sábado, 23 de janeiro de 2016

MARKETING EMOCIONAL - Fundamentos e Conceitos



COMO EU CONCEITUO MARKETING EMOCIONAL


Como repudio radicalmente toda e qualquer forma de manipulação das emoções de seres humanos por seres humanos, através de poderosos mecanismos psicológicos para venda de produtos ou serviços para quem precisa ou não desses, e como a ciência do MARKETING tornou-se minha menina dos olhos, resolvi assumir minha pretensão e meu livre arbítrio, e a partir daí desenvolver meus próprios conceitos e metodologia de aplicação no contexto do que eu entendo por MARKETING EMOCIONAL. Foi aí que percebi, depois de alguns insights, que era neste campo do MARKETING que eu encontraria todas as oportunidades de poder fazer algo que poderia me gratificar e ajudar aqueles empreendedores que conseguissem colocar seus preconceitos de lado e manter a mente aberta a novas propostas, com todo meu apoio para criticarem ou sugerirem quaisquer mudanças ou alterações.

Portanto, para mim, MARKETING EMOCIONAL é uma ciência baseada na ética, na legalidade e no respeito humano, que aplica as melhores técnicas e práticas existentes, para cativar clientes, fazendo de seu negócio uma extensão de suas casas.



PRODUTOS E SERVIÇOS

Para começar, meus conceitos de produto e serviço são bastante amplos e abrangem qualquer coisa oferecida ou demandada, seja essa material ou imaterial, e qualquer proposta, em qualquer nível, a ser aprovada. Por isso passo a chamar qualquer objetivo a ser alcançado, de COISA, com letras maiúsculas. 

Podem ser COISAS

Um corte de cabelo, um produto, um serviço, um terreno, um projeto, um livro, uma banda musical, um Projeto de Lei, uma máquina de lavar, uma nova diretriz de funcionamento do refeitório, um desportista, uma banda de rock, um candidato a emprego, uma empresa, uma idéia, uma proposta, um anteprojeto, uma campanha de vacinação, um programa de TV, um candidato a vereador ou deputado, uma palestra, um brinquedo a ser lançado no mercado, um filme de curta ou longa metragem, uma peça de teatro, um desfile de modas, um leiaute de área física, um animal para venda, concurso ou exposição, um novo produto financeiro, um ator, uma atriz, um seminário, uma campanha de vendas, um anúncio para TV, um objeto, uma máquina, uma apresentação etc.



CARÊNCIA, TENSÃO, FRUSTRAÇÃO E REALIZAÇÃO

O ser humano movimenta-se desde o princípio dos tempos, pela CARÊNCIA. Inicialmente, a fome, o ataque de feras selvagens e o impacto das intempéries sobre o corpo, geraram naquele ser primitivo a necessidade de se proteger, de atacar, de adaptar ou construir moradia, de definir tarefas voltadas à sobrevivência, e de produzir ferramentas, desde as mais primitivas até as mais elaboradas, para ajudá-lo em suas necessidades básicas.

Alguns milhares de anos depois, com o cérebro mais desenvolvido, encontramos o ser humano com CARÊNCIAS mais elaboradas, vivendo numa sociedade que o torna cada vez mais escravo e dependente, em sua maioria, de valores fúteis tornando-o algumas vezes vil, invejoso, excessivamente ambicioso e competidor, entre seus iguais, o que facilita bastante a manipulação pela propaganda.    

Ao identificar o objeto de sua CARÊNCIA, o indivíduo se lança ao mercado e cria, ao mesmo tempo, um modelo idealizado dessa COISA e desenvolve, até que a encontre,  algum nível de TENSÃO, definido por uma maior ou menor intensidade de CARÊNCIA, e que se traduz pela pergunta:            

- Será que vou encontrar o que preciso ou desejo ?


Antes de encontrar a COISA idealizada, na visita ao mercado em mais de uma tentativa, o indivíduo experimenta um sentimento ou sensação de FRUSTRAÇÃO. Assim que encontra seu objeto do desejo como o idealizou, cessa toda a TENSÃO (volta a zero) e naquele momento ele experimenta a sensação de REALIZAÇÃO.    

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

MARKETING EMOCIONAL na Área de Materiais



O FATOR COMPLICADOR
(em 5 ATOS)

Esse foi um dos projetos mais interessantes que desenvolvi enquanto trabalhava numa grande indústria multinacional dos setores de gases, 
ferramentas, grandes equipamentos e produtos químicos, e onde entrou uma questão psicológica e emocional de uma forma muito curiosa.



[1o ATO] O PROJETO DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS PARA A ÁREA DE ESTOQUES DE ÁGUA BRANCA/SP



Depois de ser designado por meu gerente da área de Sistemas e Métodos para liderar este projeto, e ouvir exaustivamente por parte dele as características psicológicas, comportamento e reações do super homem da empresa que eu iria conhecer, lá estávamos eu e ele num frio dia de inverno no bar do Aeroporto Santos Dumont, aguardando a chamada de nosso avião a caminho de São Paulo para a sede da Divisão São Paulo dessa grande empresa.



[2o ATO] A CONVERSA COM O GERENTE DA DIVISÃO

Ao chegarmos, fomos logo orientados a subir para falar com o homem mais importante da empresa, depois do presidente e do diretor comercial, pois SP era sua locomotiva em vendas, pois detinha a maior receita de toda a empresa, e muitos tinham medo dele, pois era um homem grande de personalidade bastante forte, e que flertava com o poder. Depois de ser apresentado por meu gerente a ele, que não usava os sapatos em sua sala (ele tinha mandado comprar um tapete peludo caríssimo que cobria toda sua sala), fiquei calado só ouvindo, por mais de duas horas, ele falar sobre suas vitórias e expectativas com relação ao projeto. Fiquei impressionado diante de tanta segurança e poder.





[3o ATO] O TRABALHO E O RELATÓRIO-DIAGNÓSTICO

Após o levantamento, realizei que o maior problema que gerava atraso no carregamento dos caminhões, não era administrativo, mas operacional. Observei que o chefe da área de estoques arrumava as peças, ferramentas e equipamentos, de acordo com os grupos de materiais, conforme definido pelo CPD em conjunto com a Diretoria de Materiais, e isso atrasava a carga dos caminhões pois os estoquistas tinham que correr de uma estante para outra, em uma área imensa e cheia de ruelas, no depósito. Pedi, então, a listagem de vendas indexada pelos produtos de maior saída. Diante da listagem e de uma simples classificação ABC, realizei que precisávamos fazer um grande remanejamento dos materiais, baseado nos índices de rotatividade de vendas, dos materiais, o que faria com que os produtos de maior rotatividade ficassem mais próximos da área de carga dos caminhões, acelerando assim o processo de carregamento e saída para entrega. Assim, trocaríamos a filosofia de organização por grupos de materiais pela de índices de rotatividade de vendas.


[4o ATO] A APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO DO PROJETO DE RACIONALIZAÇÃO

Depois de lutar muito com a datilografia (que coisa antiga) do relatório com nossa secretária, finalmente, depois de verificar todo o texto e desenhos com muito cuidado, levei-o a meu gerente. Ele leu com muita seriedade, folha por folha, e, ao final, me olhou com a mesma seriedade e disse na minha cara: 

- Isso está uma merda!!! 
Depois dessa eu não sabia onde enfiar a cara. Ele então me perguntou:

- Ricardo, onde está o FATOR COMPLICADOR?  
Fiquei olhando para ele com a melhor cara de idiota que eu já fiz em toda a minha vida. Ele então me disse: 

- Isso está muito certinho, não pode ser assim. Lembra quem é o nosso cliente? Aquele "Golias" super poderoso e orgulhoso?
Aí foi que eu não entendi mais nada. Então ele foi mais prolixo e eu sem acreditar no que estava ouvindo.

- Ricardo, você precisa cometer um erro. Este relatório precisa ter uma falha, um deslize. E sabe porque? Porque só assim nós vamos conseguir vender e implantar o projeto na Divisão São Paulo.


[5o ATO] A ENTREGA DO PROJETO AO TODO PODEROSO

Depois de lutar muito comigo, pois sou um perfeccionista insuportável, finalmente consegui incluir no relatório do projeto uma sandice enorme, que meu gerente aprovou e ainda me parabenizou por isso. Chegamos na Divisão, saltamos do táxi, e eu suando num frio de 4 graus centígrados. Ele já nos esperava ansioso, com toda aquela simpatia de quem tinha tudo dominado.
Mandou sua secretária nos trazer suco e biscoitos finos. Então, depois do quebra-gelo promovido por meu gerente, entreguei-lhe o relatório do projeto.
Ele leu com atenção até que parou na página onde estava a proposta-erro, tirou os óculos, pegou sua caneta Parker 51, olhou para mim e disse:

- Isso não pode de maneira alguma, e rabiscou a página do relatório. O cliente jamais pode entrar em contato direto com o depósito. Isso geraria um tumulto enorme no depósito. O resto tá muto bom e vamos implantar. 

Eu olhei para meu gerente, que ria por dentro enquanto eu suava em bicas, e aprendi mais uma lição em minha vida. 

   
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

MARKETING EMOCIONAL - A Gênese



COMO TUDO COMEÇOU 
(em 5 ATOS)



Tudo começou com um auto-desafio, cujas perguntas me açoitavam os neurônios durante meses produzindo sinapses desconexas, e que foram as seguintes:



O QUE É O SUCESSO?

COMO FAZER SUCESSO?
COMO MANTER O SUCESSO?


Minha primeira experiência de SUCESSO foi no campo da pedagogia (totalmente autodidata).




É verdade, e começou no playground do condomínio onde morava, em 1994. Resolvi escolher o adolescente mais delinquente que havia no prédio, que a partir de agora passarei a denominar como L. Ao chegar no play, encontrei L usando uma zarabatana com canudos com pequenas pedras nas pontas, que ele assoprava mirando nas janelas dos apartamentos do edifício vizinho ao meu. 


L era o meu desafio

Tinha uma idéia de metodologia na cabeça, tomei coragem e bati na porta do apartamento onde ele morava. Eu já conhecia sua mãe e seu padrasto, que eram meus companheiros de jogos de tabuleiro nas sextas feiras com queijos e vinhos, mas mesmo assim não foi nada fácil conversar com a mãe dele. Quando propus-lhe dar aulas ao filho, ouvi dela que seria perda de tempo, pois já em março seu boletim era uma hemorragia generalizada, pleno de notas vermelhas. Insisti mesmo assim, até que ela se dobrou e perguntou quanto eu iria cobrar. Ficou surpresa com o preço de minha hora-aula e aceitou imediatamente.


[1º ATO] A CHEGADA DE L
L tocou minha campainha pontualmente na hora combinada. Ele estava muito ressabiado, olhando para o chão, e logo entrou pela cozinha sem me olhar nos olhos, pois sabia que era no quarto de empregada, transformado por mim em quartinho de estudos, que eu dava aula para alguns de seus amigos do condomínio. Interrompi seu curso e disse-lhe que sentaríamos na sala para conversar. Aí foi que o cara pirou geral. Não entendeu nada.

[2º ATO] O DESCONFORTO DE
L sentou-se no sofá em frente a mim, que ocupei a poltrona tendo nas mãos uma prancheta com folhas em branco e uma caneta. Dava pra ver que ele estava completamente desestruturado psicologicamente pois eu subverti suas expectativas logo no primeiro dia. Porém, ele já me olhava com grande curiosidade. Eu havia quebrado nele um condicionamento que o torturava, certamente.

[3º ATO]  A ENTREVISTA
Depois de tentar quebrar o gelo, perguntando-lhe sobre a escola e as matérias que mais gostava e que menos gostava (tudo sendo anotado), comecei a aplicar a técnica criada por mim, mas que só existia em teoria. Perguntei a L quais os jogos e brincadeiras de sua preferência, quais os esportes de sua preferência, quais os programas de TV e apresentadores, atores e atrizes de sua preferência, quais os desenhos animados e personagens de sua preferência, e quais os heróis e heroínas de sua preferência. 
L ficou bolado geral. Se já não estava entendendo nada do que estava acontecendo, aí então começou a ter medo de mim, imaginando: 
- Esse cara é maluco, doido varrido.

Ao final da entrevista, com tudo anotado, pedi-lhe que me trouxesse a grade das matérias da semana e o cronograma das próximas provas do mês, com seus cadernos e livros correspondentes. Prometi que os devolveria no dia seguinte pela manhã. Ele fez isso, disciplinadamente. Não posso imaginar seus pensamentos depois que despediu-se de mim para voltar para sua casa.

[4º ATO] AS AULAS MINISTRADAS POR MIM
Depois de ter selecionado e lido os livros das primeiras provas que já estavam marcadas, comecei a montar na cabeça os storyboards que faziam parte da minha louca idéia, e fui anotando os tópicos principais que me levariam a ter maior segurança nas performances que fariam parte do meu teatro educacional. Ao final desse processo, passei a ter a certeza absoluta de que o professor, para ter sucesso, além de domínio do assunto e de assuntos correlatos, precisa ser obrigatoriamente um animador cultural. Ministrei aulas de História Geral, Geografia, Matemática, Física, Biologia e Química. Em Português ele era bom. Bastaram alguns toques sobre análise morfológica e análise sintática.

[5º ATO] L E AS AULAS DAS SEMANA  
Nos dias que se sucederam L apertava minha campainha com pontualidade britânica, quase germânica, pois começara a ter um motivo inexplicável para frequentar as aulas e para estudar sozinho. Nunca se atrasou, desde a primeira aula iniciada em abril. A aplicação da técnica de mesclagem, nas aulas, dos elementos inerentes a cada matéria com os elementos identificados e valorizados pelo aluno no campo de seu emocional, atuavam como o movimento do tear de um tapete de kilim persa, funcionou com muito sucesso. A comprovação disso foram os resultados de suas provas a partir de abril. 

Eu havia encontrado o segredo do sucesso na pedagogia. Ali estava nascendo o embrião de uma metodologia simples, que iria me dar grande satisfação pessoal no futuro. Daí para o MARKETING EMOCIONAL avaliado, questionado e recriado por mim, foi apenas um pulo, mas que demandou muita observação e registro de reações de clientes em estabelecimentos de variadas atividades econômicas em que eu entrava como cliente ou pesquisador.


AH, A PROPÓSITO, L PASSOU POR MÉDIA EM TODAS AS MATÉRIAS NO FINAL DO ANO E SUA MÃE ME SURPREENDEU, DEMAIS DA CONTA, DANDO-ME COMO PRESENTE, POR TER CONSEGUIDO OBTER PARA SEU FILHO UM RESULTADO QUE PARA ELA ERA IMPROVÁVEL E IMPOSSÍVEL, UMA PEÇA DE BAIXELA DE PRATA MUITO BONITA, QUE EU EM MINHA IGNORÂNCIA SOCIAL E VALORIZAÇÃO ÚNICA DA PRATICIDADE DAS COISAS DA VIDA, ACHEI SE TRATAR DE UM TIPO DE LÂMPADA DE ALADIM, MAS QUE NA VERDADE TRATAVA-SE DE UMA MOLHEIRA.  




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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Cláusula Pétrea da TÉCNICA AIC



QUER FAZER SUCESSO? 



Vou continuar mencionando e reforçando este condicionante para obtenção de sucesso na aplicação da Técnica AIC (Autenticidade, Identificação e Cumplicidade) criada e desenvolvida por mim: 


"Tomem, você e seus sócios (se houverem) como premissa incondicional, a prática da transparência, da honestidade e da correção, com relação ao seu negócio, seus empregados, seus concorrentes e suas atitudes de escolha quanto a produtos e serviços, ideias, apresentações, projetos ou palestras, a serem oferecidos a terceiros, para compra, contratação, aceitação ou aprovação, formal ou não".

Portanto,

Cláusula PÉTREA: JOGUE LIMPO SEMPRE

Se você tem para oferecer a alguém alguma ideia ou algum produto  ou  serviço  de  boa qualidade, a AUTENTICIDADE impressa  em  sua postura, suas  palavras, suas ações e em seu sentimento, durante cada  etapa  do  evento  de  venda ou  de  busca  de  aprovação  e   aceitação,  gera  poderosa energia   de  IDENTIFICAÇÃO   e  de   confiabilidade   por parte do  outro com que  você  esteja  interagindo, visando a contratação,  aquisição,   aceitação   ou,   simplesmente,   a aprovação formal, ou não, da coisa ofertada. Falar bem e bonito não é suficiente. É preciso ser e parecer ser, honesto, verdadeiro, autêntico, espontâneo e íntegro. 


“A voracidade dos “animais racionais” pela riqueza e pelo poder, vem criando, através da história, valores perigosos para o “modus operandi” e o “modus vivendi” da humanidade. A busca compulsiva do enriquecimento e do poder, a qualquer preço, tem levado muitas pessoas, empresas, e mesmo governos, a cometerem crimes hediondos e inafiançáveis contra o mercado, a liberdade, a natureza, os direitos humanos e o próprio planeta”.



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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O que é o MARKETING EMOCIONAL



MARKETING EMOCIONAL



O que é? Para que serve?



Pesquisei muito no Google, mas fiquei muito frustrado com tudo que li (claro que não li tudo), porque os especialistas que li e que falam sobre MARKETING EMOCIONAL tendem a uma manipulação das emoções das pessoas, para empurrar suas marcas, seus produtos e serviços pelas goelas de cada um, e isso certamente não se identifica comigo ou me representa. Inclusive, me faz lembrar da Alemanha de Hitler, cujos prédios, logos (suásticas), uniformes, banners imensos e discursos inflamados, previamente e diabolicamente planejados, eram direcionados à juventude alemã para seduzir os jovens a se alistarem em suas forças armadas para executarem sua loucura expansionista.

Goebbels chegava a despachar mensageiros para todas as cidades do interior da Alemanha para determinarem a cada família, em cada casa, que colocasse seu rádio na janela voltada para a rua, para que todos os alemães, onde quer que estivessem, pudessem ouvir os discurso do líder do Partido Nacional Socialista (nazista), Adolph Hitler.


PENSAMENTO FORJADO PELO CHEFE DA PROPAGANDA NAZISTA
"A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma ideia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa ideia completamente, de modo a nunca mais escaparem dela. A propaganda quer impregnar as pessoas com suas idéias. É claro que a propaganda tem um propósito. Contudo, este deve ser tão inteligente e virtuosamente escondido que aqueles que venham a ser influenciados por tal propósito NEM O PERCEBAM. 

"UMA MENTIRA CONTADA MIL VEZES TORNA-SE UMA VERDADE".
Joseph Goebbels 


Este estilo de comunicação lembra o estelionato eleitoral sofrido pelos brasileiros, em 2014, com as "dirty strategies", as sórdidas estratégias de marketing planejadas e formuladas pelo marqueteiro João Santana para o Partido dos Trabalhadores, que desconstruíram candidatos através de mentiras bem plantadas, que prometiam o paraíso, através de peças muito bem montadas (filmes, desenhos coloridos, testemunhos emocionados, músicas, esquetes etc.)  aos brasileiros mais carentes, nas áreas da educação, da saúde, do emprego, e da capacitação técnica. Tudo isso para manter a presidente Dilma Vana Roussef na presidência do país, que em seguida à sua eleição, diante da crítica situação econômica do país,  provocada por sua política econômica desastrosa e inconsequente, ajudada pela crise internacional, abandonou a maioria das promessas de sua plataforma política, fazendo os brasileiros verem o lado negro da força, com inflação e desemprego.

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Diante dessa realidade tão cinza e feia, resolvi criar meus próprios conceitos, ferramentas e minha própria metodologia em MARKETING EMOCIONAL. Criei meu próprio 



MARKETING EMOCIONAL

 à la Monjardim


Este sistema criado por mim, também é confirmado a cada momento, pelo histórico de pessoas de sucesso, do passado e do presente, e pelos acontecimentos do cotidiano, os mais simples e os mais complexos.

COMO POSSO ESTAR TÃO SEGURO COM RELAÇÃO AO QUE AFIRMO?

Simplesmente, porque depois de conhecer, estudar e comparar, abandonei todas as técnicas que pesquisei, observei muito e me foquei, única e exclusivamente, no SER HUMANO, com seus anseios, desejos, fraquezas, distrações e carências.

SOMOS TODOS MUITO PARECIDOS 
E MUITO DIFERENTES


Nesta técnica que criei, apresentarei, mais á frente, a vocês os seguintes elementos estratégicos :


Ferramentas muito Humanas
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  • OS 5 SENTIDOS (visão, audição, olfato, paladar e tato)
  •  OS MUITOS SENSORES
  •  A SENSAÇÃO (já explicada em outro post)


Reações mais Humanas ainda
  •  CARÊNCIAS
  •  TENSÕES DECORRENTES
  •  FRUSTRAÇÕES NÃO DESEJADAS
  •  DESEJOS REALIZADOS
  •  A SÍNDROME DA REALEZA




FATORES CRÍTICOS


Quesitos Psicológicos estratégicos - Técnica AIC
  •  AUTENTICIDADE
  •  IDENTIFICAÇÃO
  •  CUMPLICIDADE



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sábado, 5 de dezembro de 2015

MARKETING EMOCIONAL À LA RICARDO MONJARDIM



AS PERCEPÇÕES HUMANAS SÃO TRADUZIDAS EM SENSAÇÕES 



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Lembrem-se sempre:
CLIENTES NÃO SÃO ENTIDADES EXTERNAS. 
ELES RESPIRAM, SENTEM, ESCOLHEM, AMAM, SOFREM, SE ALEGRAM, E VIVEM DENTRO DE CADA UM DE NÓS.


BATEU O OLHO, OBSERVOU, GOSTOU, COMPROU


Para a técnica que lhes apresentarei no próximo post, a SENSAÇÃO é resultante de um complexo mecanismo psicológico, dinâmico e subjetivo, que atua ativamente dentro de nossas mentes no processo de avaliação de qualquer coisa que nos sequestre a atenção. Este processo é operado, em parte de forma consciente e em parte de forma não consciente, pelo CLIENTE, sendo alimentado pelos registros de seu reconhecimento (cognitivo) da coisa observada, sua lógica, sua afetividade do momento ou de experiências anteriores, sua emoção, seus sentimentos e sua intuição, juntamente com as informações percebidas por seus sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato) e sensores (térmico, espacial, temporal etc.), atuando próximo à velocidade do pensamento. 


O QUE VOCÊ ACEITA HOJE, PODE REJEITAR AMANHÃ E VOLTAR A ACEITAR UMA SEMANA OU MESES DEPOIS.

A SENSAÇÃO atua em nossas mentes numa veloz dinâmica entre os estados de aceitação (SIM) ou de rejeição (NÃO) de uma mesma coisa, cujas transições não são percebidas por nós até que cessem essas mudanças e a mente chegue a uma resultante final (SIM ou NÃO) naquele momento. 
Entretanto, esta resultante também não é estável, pois pode vir a mudar no futuro, dependendo da influência de variáveis externas (opiniões de amigos,  de estranhos, preço e condições de pagamento, forma de atendimento, condições sanitárias, eventos de impacto, novos contextos etc.) ou mesmo variáveis internas (indisposição física, estado de saúde, percepções, intuições, estado emocional, lembranças etc.) 


NÓS E NOSSAS CIRCUNSTÂNCIAS
"Nós humanos, percebemos, sentimos, avaliamos e reagimos, a qualquer estímulo externo ou interno, com diferentes níveis de percepção, crítica, autocrítica, exigência, aceitação, rejeição e intensidade, em função de maior ou menor IDENTIFICAÇÃO que atribuímos a valores originários da cultura, das tradições, de ideologias e  de sistemas de crenças, que fazem parte do processo de socialização a que somos todos submetidos. Estes valores, por sua vez, sofrem a influência direta dos distintos ambientes e correspondentes núcleos sociais e interações em que, por força de nossos destinos originais e exclusivos, experimentamos a vida em todas as suas etapas: infância, adolescência e fases diversas da vida adulta".


LEMBREM-SE, TAMBÉM, QUE OS PRODUTOS DE QUE MAIS DEMANDAM OS BRASILEIROS, ATUALMENTE, SÃO A CONFIABILIDADE E A CONFIANÇA.


RECORTE DE MIM 3

"O amor é uma energia que está no ar. É a fonte da criação. A centelha divina que se multiplica e faz explodir a natureza em cores, dias, noites, nascimentos e mortes. É encontrado na boa música, nas belas paisagens, nas telas dos grandes pintores, na poesia e no olhar das crianças e dos enamorados. Não existe pessoa, hora ou lugar para seu acontecimento. Estar em amor é estar em paz com o universo, é sentir-se envolvido por uma aura de harmonia orgânica e anímica. Estar em amor é poder reencontrar a graça e a beleza nas coisas simples. É sentir-se preencher de um sentimento de beatitude e comunhão com tudo e com todos sem qualquer razão aparente. É permitir-se não pensar. Estar em amor é deixar-se render, incondicionalmente, às forças superiores, passando a somente ser".


Ricardo Monjardim (Conto O POETA E A PROSA)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

UM CASO BASTANTE ATÍPICO DE CONSULTORIA FAMILIAR





A MALDIÇÃO DO BOLINHO DE AIPIM


EM 10 ATOS


Resultado de imagem para BOLO DE AIPIM

UMA SOLUÇÃO QUÍMICO-GASTRONÔMICA

Este foi um dos trabalhos de consultoria mais interessantes que solucionei no ano de 1994.

[ 1º ATO ]   Os sócios pedem ajuda ao Consultor para uma avaliação da situação de funcionamento da CANTINA CAMPING em Nova Friburgo, bela cidade serrana do Rio de Janeiro, arrendada por eles à época desse acontecimento. 

DESCONFIAVAM QUE ESTAVAM PERDENDO RECEITA. Não tinham certeza.

[ 2ª ATO ]   Os sócios informam ao Consultor que o sucesso de seu estabelecimento era o BOLINHO DE AIPIM com variados recheios, e que ele precisava provar. O Consultor registra esta informação e mede, preliminarmente, o BOLINHO DE AIPIM que lhe foi oferecido, nos quesitos massa e recheio (quantidade e densidade).

[ 3º ATO ]  O Consultor conhece a CANTINA CAMPING, é apresentado pelos sócios a todos os empregados, fotografa todo o espaço, numera todas as mesas com etiquetas em suas laterais e define para ele uma mesa bem na frente, no canto esquerdo, bem afastada do trânsito de clientes. 

[ 4º ATO ] O Consultor volta para o hotel onde estava hospedado. No dia seguinte, antes de ir para o estabelecimento, monta uma planilha com todos os NÚMEROS DAS MESAS que foram etiquetadas, e as colunas HORA DA CHEGADA, PEDIDOS FEITOS, HORA DA SAÍDA e DESPESA TOTAL.  

[ 5ª ATO ]   O Consultor combina com os garçons para que, a cada pedido feito por clientes, esses passem em sua mesa para que ele registre: a) qual o número da mesa que pediu;  a) os itens pedidos e c) hora e minutos em que foi feito o primeiro pedido. 

[ 6º ATO ]  Os garçons deveriam, também, passar na mesa do Consultor, antes de entregar a nota de despesa feita por cada mesa que pedia seu fechamento, para ele registrar a despesa total e ficar observando a hora de saída dos clientes, da mesa, para registrar esse dado com precisão.

[ 7º ATO ]  O Consultor, após 4 semanas de registros e análise, chega a uma conclusão de grande impacto. Teria que ter muita habilidade para conversar com os sócios do negócio. O mais que reverenciado BOLINHO DE AIPIM era o grande vilão da queda de receita. PORQUE SERIA?

[ 8º ATO ]  O Consultor realizou em seu diagnóstico que  a maioria dos clientes que pediam o BOLINHO DE AIPIM, sempre pediam alguma bebida, em geral vinho, cerveja ou refrigerante. Esta combinação sólido-líquido, ao bater no estômago, provocava uma química que resultava em inchamento do estômago por fermentação (imaginem se vinho ou cerveja sendo consumido simultaneamente), inviabilizando qualquer novo pedido de petiscos ou pratos do cardápio, independendo da capacidade dos clientes em gastarem mais, ou menos, na mesa.  

[ 9º ATO ] O Consultor, então, observou que a esmagadora maioria dos clientes, até por indução dos sócios do negócio, pediam sempre, pelo menos, um BOLINHO DE AIPIM, cada. Reuniu todos esses dados, calculou o tempo médio de ocupação das mesas e finalmente fechou seu relatório.

[10º ATO] Reunido com os sócios do negócio, pediu-lhes que se sentassem e que ficassem desarmados para que ele pudesse ler o diagnóstico do problema e a solução a ser proposta. Os sócios ao tomarem conhecimento de que o BOLINHO DE AIPIM era aquele item, resmungaram e ficaram incrédulos. O Consultor, então, apresentou-lhes a planilha com os Tempos Médios de Ocupação das mesas X Receitas Médias das Mesas. 

Ao falar-lhes sobre a reação do BOLINHO DE AIPIM com as bebidas mais fermentadas, e suas consequências no estômago, eles entenderam afinal. Os sócios ficaram ansiosos e inseguros. 

Então o Consultor lhes disse que eles não precisariam eliminar o BOLINHO DE AIPIM. apenas precisariam operar uma mudança nesse, transformando-o em BOLINHAS DE AIPIM, somente um pouco mais salgadas, para serem vendidas em porções de 6 unidades por bandeja. 

CONCLUSÃO: A mudança foi aceita pelos sócios e principalmente pelos clientes que chegavam em grupo, que passaram a consumir uma média de 5 a 6 bandejas de BOLINHAS DE AIPIM recheadas (carne, queijo, presunto, carne seca etc.) em média por hora, consumindo mais bebida ainda, e a receita aumentou permitindo que cada sócio pudesse, finalmente, planejar suas férias. 


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