O ACHISMO é o estado mental mais nocivo de todos. Ataca, com frequência, profissionais de qualquer área. Ele se caracteriza pelo excesso de confiança e pela aceitação de informações insuficientes para se montar premissas, produzir diagnósticos sobre desvios ou tomar decisões.
Fique muito atento, pois o ACHISMO é sempre mais confortável, não consome muito tempo de pesquisa ou de verificação, e também anda ao lado da terrível palavra SUBENTENDIMENTO.
FUJA DO ACHISMO. ELE É IMPLACÁVEL.
Nunca deixe de: a) confirmar informações recebidas e suas fontes; b) reler, sempre, os textos de quaisquer documentos, virtuais ou físicos, produzidos por você ou que lhe foram enviados; c) verificar, com bastante tato se os próximos executores na cadeia produtiva, deram continuidade ao processo iniciado ou tramitado por você.
O ACHISMO foi responsável por grandes tragédias da humanidade, sabia? Vou listar somente algumas delas.
1- O naufrágio do navio TITANIC (1912);
2- A invasão dos japoneses a PEARL HARBOR (1941);
3- O ataque terrorista às torres gêmeas em New York (2001).
DESCONEXÃO
A DESCONEXÃO, assim como o ACHISMO, está presente nas relações de trabalho em todos os órgãos da empresa e é um dos principais fatores de queda de
produtividade e de qualidade (somatório de frações de ineficiência de cada
órgão) experimentados pelas organizações.
Essa desconexão a que me refiro, mais ampla e complexa, deve ser compreendida como uma síndrome de situações negativas, conscientes ou não totalmente conscientes, que conduzem pessoas a cometerem desvios e erros, sob as mais diversas formas (dissensões entre empregados, pequenas ou grandes sabotagens conscientes ou não, informações e dados mal verificados, processos caducos ou não atualizados e/ou otimizados, relatórios inconsistentes, perda de prazos, perda de documentos, mau atendimento a clientes, surgimento de lideranças negativas etc.) e com diferentes níveis de impacto, operados tanto por parte das chefias, quanto por parte dos subordinados, que levam à quebra ou perda de sinergia entre os empregados, e retrata, com fidelidade, a distância existente entre a estrutura formal da organização, representada pelas ligações hierárquicas ou não, desenhadas nas caixinhas do organograma, e sua estrutura informal, onde todo poder real é exercido e onde tudo acontece, desde a súbita agilização de informações para conclusão de processos de interesse de um ou mais grupos específicos, até a morosidade ou a negligência acumpliciada que corroem e levam ao esquecimento ações a serem executadas, até independentemente de seus graus de prioridade.
Essa desconexão a que me refiro, mais ampla e complexa, deve ser compreendida como uma síndrome de situações negativas, conscientes ou não totalmente conscientes, que conduzem pessoas a cometerem desvios e erros, sob as mais diversas formas (dissensões entre empregados, pequenas ou grandes sabotagens conscientes ou não, informações e dados mal verificados, processos caducos ou não atualizados e/ou otimizados, relatórios inconsistentes, perda de prazos, perda de documentos, mau atendimento a clientes, surgimento de lideranças negativas etc.) e com diferentes níveis de impacto, operados tanto por parte das chefias, quanto por parte dos subordinados, que levam à quebra ou perda de sinergia entre os empregados, e retrata, com fidelidade, a distância existente entre a estrutura formal da organização, representada pelas ligações hierárquicas ou não, desenhadas nas caixinhas do organograma, e sua estrutura informal, onde todo poder real é exercido e onde tudo acontece, desde a súbita agilização de informações para conclusão de processos de interesse de um ou mais grupos específicos, até a morosidade ou a negligência acumpliciada que corroem e levam ao esquecimento ações a serem executadas, até independentemente de seus graus de prioridade.
Ricardo Monjardim (publicado na Revista RioSul)


