sábado, 23 de janeiro de 2016

MARKETING EMOCIONAL - Fundamentos e Conceitos



COMO EU CONCEITUO MARKETING EMOCIONAL


Como repudio radicalmente toda e qualquer forma de manipulação das emoções de seres humanos por seres humanos, através de poderosos mecanismos psicológicos para venda de produtos ou serviços para quem precisa ou não desses, e como a ciência do MARKETING tornou-se minha menina dos olhos, resolvi assumir minha pretensão e meu livre arbítrio, e a partir daí desenvolver meus próprios conceitos e metodologia de aplicação no contexto do que eu entendo por MARKETING EMOCIONAL. Foi aí que percebi, depois de alguns insights, que era neste campo do MARKETING que eu encontraria todas as oportunidades de poder fazer algo que poderia me gratificar e ajudar aqueles empreendedores que conseguissem colocar seus preconceitos de lado e manter a mente aberta a novas propostas, com todo meu apoio para criticarem ou sugerirem quaisquer mudanças ou alterações.

Portanto, para mim, MARKETING EMOCIONAL é uma ciência baseada na ética, na legalidade e no respeito humano, que aplica as melhores técnicas e práticas existentes, para cativar clientes, fazendo de seu negócio uma extensão de suas casas.



PRODUTOS E SERVIÇOS

Para começar, meus conceitos de produto e serviço são bastante amplos e abrangem qualquer coisa oferecida ou demandada, seja essa material ou imaterial, e qualquer proposta, em qualquer nível, a ser aprovada. Por isso passo a chamar qualquer objetivo a ser alcançado, de COISA, com letras maiúsculas. 

Podem ser COISAS

Um corte de cabelo, um produto, um serviço, um terreno, um projeto, um livro, uma banda musical, um Projeto de Lei, uma máquina de lavar, uma nova diretriz de funcionamento do refeitório, um desportista, uma banda de rock, um candidato a emprego, uma empresa, uma idéia, uma proposta, um anteprojeto, uma campanha de vacinação, um programa de TV, um candidato a vereador ou deputado, uma palestra, um brinquedo a ser lançado no mercado, um filme de curta ou longa metragem, uma peça de teatro, um desfile de modas, um leiaute de área física, um animal para venda, concurso ou exposição, um novo produto financeiro, um ator, uma atriz, um seminário, uma campanha de vendas, um anúncio para TV, um objeto, uma máquina, uma apresentação etc.



CARÊNCIA, TENSÃO, FRUSTRAÇÃO E REALIZAÇÃO

O ser humano movimenta-se desde o princípio dos tempos, pela CARÊNCIA. Inicialmente, a fome, o ataque de feras selvagens e o impacto das intempéries sobre o corpo, geraram naquele ser primitivo a necessidade de se proteger, de atacar, de adaptar ou construir moradia, de definir tarefas voltadas à sobrevivência, e de produzir ferramentas, desde as mais primitivas até as mais elaboradas, para ajudá-lo em suas necessidades básicas.

Alguns milhares de anos depois, com o cérebro mais desenvolvido, encontramos o ser humano com CARÊNCIAS mais elaboradas, vivendo numa sociedade que o torna cada vez mais escravo e dependente, em sua maioria, de valores fúteis tornando-o algumas vezes vil, invejoso, excessivamente ambicioso e competidor, entre seus iguais, o que facilita bastante a manipulação pela propaganda.    

Ao identificar o objeto de sua CARÊNCIA, o indivíduo se lança ao mercado e cria, ao mesmo tempo, um modelo idealizado dessa COISA e desenvolve, até que a encontre,  algum nível de TENSÃO, definido por uma maior ou menor intensidade de CARÊNCIA, e que se traduz pela pergunta:            

- Será que vou encontrar o que preciso ou desejo ?


Antes de encontrar a COISA idealizada, na visita ao mercado em mais de uma tentativa, o indivíduo experimenta um sentimento ou sensação de FRUSTRAÇÃO. Assim que encontra seu objeto do desejo como o idealizou, cessa toda a TENSÃO (volta a zero) e naquele momento ele experimenta a sensação de REALIZAÇÃO.    

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